O Hospital Universitário Clemente de Faria (HUCF), vinculado à Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), recebeu, quinta-feira (26/03), visita técnica de equipes técnicas dos níveis central e regional da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e integrantes da Força Estadual do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo foi alinhar informações sobre o fluxo de atendimento de pacientes internados com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e a realização de exames laboratoriais para identificação dos vírus circulantes no Norte de Minas.
Positiva
Diretora de Enfermagem do HUCF, Suelen dos Santos Ferreira avalia “de forma muito positiva a visita técnica, que fortaleceu a integração entre Estado, região e município, com troca de experiências e alinhamento de estratégias para o enfrentamento das doenças transmissíveis, especialmente as síndromes respiratórias”. Ela celebra o fato de o HUCF ter-se destacado “pelas boas práticas e fluxos assistenciais, que poderão servir de modelo para outras unidades do estado”.
Vigilância Sindrômica
O HUCF também reforça adesão ao Projeto de Vigilância Sindrômica, que amplia a capacidade de detecção oportuna de eventos em saúde pública na rede de urgência e emergência. “A meta é detectar de forma oportuna os eventos de importância em saúde pública na rede de urgência de emergência, através da captação de um conjunto de sinais e sintomas estratificados por eixos de investigação no Pronto-Socorro”, complementa Suelen dos Santos.
Conexão Viral
A iniciativa ocorreu no contexto do encontro Conexão Viral em Campo, coordenado pela SES-MG, realizado no dia anterior, quarta-feira (25/03), na sede da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Montes Claros. O público-alvo foram médicos, enfermeiros, gestores e equipes de atenção primária à saúde, profissionais de vigilância epidemiológica, de saúde indígena, farmacêuticos e equipes que atendem populações vulneráveis (pediatria e idosos institucionalizados), com foco no alinhamento de informações para o enfrentamento às doenças respiratórias agudas. Entre os temas abordados estiveram as síndromes gripais e respiratória aguda grave; Covid-19; o Vírus Sincicial Respiratório (VSR); a gripe influenza, o sarampo e outros agravos de relevância para a saúde pública.
Casos clínicos

A SES-MG considera que as trocas de experiências entre os profissionais, inclusive discussões sobre casos clínicos, contribui para alcance de respostas mais efetivas no enfrentamento às síndromes respiratórias. O que reduz o agravamento de situações de saúde, com risco de ocorrência de mortes especialmente entre idosos, crianças e pessoas com comorbidades (duas ou mais doenças ou condições médicas crônicas ocorrendo simultaneamente no mesmo paciente).
No Comment