Professores da Unimontes fazem parte da Rede de Pesquisadores sobre Cidades Médias


Professores da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) integram a Rede de Pesquisadores sobre Cidades Médias (Recime), vinculada ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT). São eles Iara Soares de França, Carlos Alexandre de Bortolo e Rahyan de Carvalho Alves, todos vinculados ao Departamento de Geociências e ao Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO), Doutorado e Mestrado. Iara de França também participa da pesquisa INCT, onde coordena o Núcleo Montes Claros.

Urbanização

O estudo INCT_2025 ReciMe – “Urbanização contemporânea e as Cidades Médias Brasileiras” –, que tem apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Fundação Carlos Chagas de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e do qual fazem parte os docentes da Unimontes –, aponta para os novos rumos da urbanização brasileira, que indicam maior e mais densa incorporação do território nacional, com a consolidação de redes urbanas que operam por meio de hierarquias e heterarquia. O que intensifica reestruturações espaciais, novos problemas e novos desafios para a pesquisa e para o planejamento.

De forma que o ritmo da urbanização brasileira, segundo os professores da Unimontes, tem sido mais expressivo no estrato das cidades médias, demonstra o Censo (2022) e a Região de Influência das Cidade (Regic 2018), ambos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Recime, de abrangência nacional e internacional, propõe a criação de um Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia. O objetivo é evidenciar a participação das cidades médias e respectivas influências regionais na urbanização brasileira contemporânea.

Para tanto, será analisado, a partir de 25 núcleos institucionais nas diferentes regiões brasileiras – em parceria direta com o IBGE e relação próxima às prefeituras e aos órgãos de planejamento local e regional –, os agentes econômicos e as espacialidades das atividades relacionadas à difusão de comércio e serviços, à industrialização, ao agronegócio e aos extrativismos que envolvem 48 cidades médias e suas regiões de influência, em 17 estados.

Meta

Nesse sentido, a meta é compreender como tais cidades são estruturadas, seus problemas urbanos e desigualdades socioespaciais, seus papéis de responsabilidade territorial na difusão de bens e serviços essenciais à vida no território brasileiro.

 

Por fim, há a expectativa de que o conhecimento científico produzido e publicado possa fornecer subsídios para implementação de políticas públicas e auxiliar o planejamento nas diferentes esferas administrativas brasileiras. “Contribuindo para a melhoria das condições de vida e a promoção da igualdade e da inclusão social”, destacam os docentes.

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