ENSINO E PESQUISA: COLABORADORES DA SANTA CASA DE MONTES CLAROS UTILIZAM UTI’S DO HOSPITAL COMO FONTE DE PESQUISA PARA TÍTULO DE ESPECIALIZAÇÃO PELA FIOCRUZ E ANVISA


Texto: Luana Mendes / Fotos: Hudson Brazil
Cada vez mais a Santa Casa de Montes Claros tem se firmado como um campo de prática e conhecimento para profissionais. Além de oferecer programas de Residência Médica e Aprimoramento Profissional e cursos para os colaboradores, as UTI’s (adulta e neonatal/pediátrica) da Instituição tornaram-se local de pesquisa realizada por colaboradores em curso para obtenção do título de Especialização em Qualidade em Saúde e Segurança do Paciente.

 

Ao todo, cerca de 800 profissionais que atuam em hospitais brasileiros foram selecionados pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp/Fiocruz) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para participarem do curso. Entre eles, os colaboradores da Santa Casa de Montes Claros: Adriane Ferreira Neves (enfermeira da terapia intensiva do CTI cardiológico), Ana Paula Vieira da Silva Nunes (gerente de qualidade), Criziely Pereira de Moraes Costa (enfermeira de qualidade) e Wendel Félix Guimarães (gestor assistencial).

“O curso, embora fosse bastante dinâmico, sempre exigiu muito de nós. Diante de tantos assuntos abordados e debates, evoluímos bastante com a realização desta especialização. Aprimoramos os nossos conhecimentos e, através do trabalho realizado na Santa Casa, vamos poder aplicar os ensinamentos do curso nas três terapias intensivas da Instituição, com o intuito de fortalecer a segurança e os cuidados com a qualidade durante o atendimento”, conta Wendel Guimarães.

Os colaboradores/alunos optaram por trabalhar o modelo de avaliação na conclusão de curso (TCC) intitulado de “Avaliação da Cultura de Segurança do Paciente no Processo de Terapia Intensiva de um Hospital Certificado em Excelência”.

“Nós tínhamos três vertentes que poderíamos abordar: a implementação da prática segura no hospital, implementar o núcleo de segurança do paciente e a avaliação da cultura de segurança do paciente, que foi a linha que trabalhamos. Isso porque a Santa Casa já possui vários protocolos implantados e desde 2014 já temos também o núcleo. Assim, abordamos o nível de cultura de segurança entre todos os profissionais da equipe multidisciplinar que atua nas três terapias intensivas”, explica o gestor assistencial.

Segundo Wendel Guimarães, em decorrência da pandemia causada pelo novo coronavírus, a prática do projeto está prevista para o início do próximo ano. “Nós fomos aprovados com conceito A, motivo de muita alegria para nós. A prática foi adiada porque entendemos que estamos vivenciando um momento muito diferente e que pode interferir na amostra”.

Durante o curso, os colaboradores revezaram aulas presenciais e on-line, podendo utilizar o espaço de aulas do hospital.

 

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