Demissão na Petrobras: 3 meses depois, empresa não recuperou valor de mercado


Mais de 3 meses depois de o presidente Jair Bolsonaro anunciar a demissão do ex-presidente da Petrobras Roberto Castello Branco, a companhia ainda não alcançou o valor de mercado que tinha à época. A diferença, no entanto, diminuiu no último mês, quando o montante era 10% menor.

O chefe no Executivo avisou sua decisão em 19 de fevereiro, depois do fechamento do mercado. Na data, o valor de mercado chegou a R$ 354,79 bilhões, já com queda de 7,4% frente ao dia anterior. Na ocasião, a queda foi motivada por especulações sobre a própria demissão ainda não comunicada.

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Passados mais de 3 meses, a companhia ainda não chegou ao valor que alcançou no dia da demissão. Na última 6ª feira (28.mai), porém, o valor quase foi alcançado: chegou aos R$ 349,98 bilhões. A alta foi impulsionada pela recomendação do JPMorgan de investimento na companhia em meio à menor percepção de risco.

A iniciativa impulsionou o Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), que bateu o recorde nominal na data, aos 125.561 pontos.

O Poder360 preparou um infográfico sobre a trajetória dos papéis da empresa. Os dados são da Economatica e consideram o período até 31 de maio:

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