O Espaço João Chaves ficará integrado à Sala 3 – Desenvolvimento Urbano de Montes Claros. A família do artista doou fotografias e algumas réplicas de objetos, que permanecerão expostos de forma permanente nessa área do Museu da Unimontes. Diretor do MRNM, o professor Georgino Jorge de Souza Neto justifica a iniciativa pela relevância de João Chaves, sobretudo para o desenvolvimento cultural da cidade.

Cordelista, trovador, compositor, intérprete, seresteiro e músico que tocava flauta, pistom e viola, João Chaves também foi jornalista, advogado e político. Autodidata eclético, das artes às leis, conforme destaca a síntese biográfica do artista disponível no site Memórias da Poesia Popular, ele, “filho de ilustre família montes-clarense”, do professor João Antônio Gonçalves Chaves e de dona Júlia Prates Chaves, nasceu em Montes Claros, em 22 de maio de 1885, e faleceu em 11 de maio de 1970, quando faltavam apenas 11 dias para completar 85 anos.
Entre os dias 19 e 21 de maio, o Museu da Unimontes ofereceu, em seu auditório, palestras dos escritores Glorinha Mameluque e Wanderlino Arruda, além do analista ambiental Rafael Macedo Chaves, neto e afilhado de João Chaves. Houve também mostra cinematográfica com a exibição dos filmes “Concerto de Outono para João Chaves” e “João Chaves: a cidade, o poeta e o mar”.
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