Professor e acadêmicos das FIPMoc recebem premiação na 25° edição do prêmio SME de ciência e tecnologia de Minas Gerais

                                          

O professor Marcelo Souto e acadêmicos do curso de engenharia das Faculdades Integradas Pitágoras de Montes Claros (FIPMoc), participaram da 25º premiação SME de Ciência, Tecnologia e Inovação de Minas Gerais, inclusive o professor ficou 4º lugar geral com a Máquina de Rotomoldagem. Os acadêmicos Luiz Eduardo de A. Boaventura, Douglas S. Matos, Caio G. Duarte e Lucas S. Matos, com o projeto de concreto permeável, feito com casca de coco macaúba, classificaram entre os finalistas das faculdades de Minas Gerais.

A Sociedade Mineira de Engenheiros de Minas Gerais (SME) promove a premiação SME de Ciência, Tecnologia e Inovação, para incentivar os alunos dos cursos de graduação ligados à Engenharia, Arquitetura e Agronomia no desenvolvimento de trabalhos técnico-científicos das Faculdade de Minas Gerais. Os trabalhos deviam   constituir em um problema (real ou idealizado) preferencialmente no segmento industrial, cuja solução requeira conhecimentos de Engenharia, Arquitetura ou Agronomia, com aplicação de metodologias que assegurem o sucesso final do processo, bem como a comprovação de uma relação custo/benefício adequada sob os pontos de vista estratégico, econômico/financeiro, ético e ambiental, ou ainda, que resultem em aumento de produtividade.

O professor das FIPMoc, Marcelo Souto, desenvolveu uma máquina de rotomoldagem de baixo custo de fabricação para testes com processamento de polietileno reciclado com a finalidade de diminuir a quantidade de resíduos sólidos descartados na natureza e incentivar a reciclagem. “Com o desenvolvimento da máquina de rotomodagem possibilitou um novo destino para o plástico que seria descartado na natureza. Assim, temos a fabricação de novos produtos acabados prontos para ser comercializado como vasos de plantas, baldes, lixeiras dentre outros”, diz. “Dessa forma, a máquina de rotomoldagem pode se torna uma importante ferramenta para incentivar o reaproveitamento do polietileno podendo haver a criação de outros projetos como cooperativas e centro de coleta de plástico”, explica o professor.

Os acadêmicos do 10º período de Engenharia Civil, também finalistas no prêmio, desenvolveram uma nova forma de produzir concreto usando a casca de coco macaúba como ingrediente chave na produção deste concreto. É uma forma inovadora e altamente sustentável, que garante a mesma qualidade de um concreto convencional.

 

Att.

Gustavo de Castro
Comunicação & Marketing 
FIPMoc